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Dia dos Namorados no iG Ler

Redação (igler@ig.com)

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

(Fernando Pessoa)

O iG Ler não quer que você minta, nem cale. Por isso, nunca esteve tão romântico. Para o seu bem e para o bem do amor, trazemos poesias de amor fulminantes, para namorados e namoradas, reais e virtuais. Clique nos títulos.

Se você tem uma namorada doce, sabe que é sempre possível "O impossível carinho".

Já o dilema das mulheres: "Ter ou não ter namorado" é resolvido de forma definitiva por Carlos Drummond de Andrade. Aliás, o texto de Drummond deve ser lido também pelos marmanjos que acham que têm namorada. Agora, se você não tem mesmo namorado(a), a recomendação do poeta mineiro: "Não se mate".

Pois - como já sabia a norte-americana Elizabeth Bishop - só um(a) namorado(a) pode inverter o sentido do mundo e iluminar, tal qual a lua cheia, as noites solitárias de "Insônia". E é com a clareza desta lua que um poeta português nos revela finalmente o que é "O Amor".

Portanto, ainda que esse mesmo poeta português (minto, seu heterônimo), diga também que "Todas as cartas de amor são ridículas", o iG Ler só pode retrucar: "Todos os e-mails de amor são o mínimo que você pode pensar em fazer hoje".

 

  "O impossível carinho" (Manuel Bandeira)
   
  "Ter ou não ter namorado" (Carlos Drummond de Andrade)
   
  "Não se mate" (Carlos Drummond de Andrade)
   
  "Insônia" (Elizabeth Bishop)
   
  "O Amor" (Fernando Pessoa)
   
  "Todas as cartas de amor são ridículas" (Álvaro de Campos)
   
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