|
Publicidade
segura na web?
Adonis Alonso, colunista do iG.com
Com
300 mil usuários cadastrados e um volume de quase R$ 20 milhões
por mês em transações comerciais, o site iBazar acredita que a
publicidade ainda será suficiente, um dia, para garantir sua receita.
Hoje, o mercado ainda não respeita a tabela e nem ela é suficiente
para cobrir todos os custos de portais, provedores e sites segmentados.
Executivos
do iBazar, porém, têm experiência no relacionamento com agências
e anunciantes nos países em que atua há vários anos, especialmente
na França, onde está a sede do grupo. Assim como esse site, outros
também apostam na receita publicitária como principal fonte de
renda. Afinal, em nome do potencial da internet no Brasil, profissionais
e empresas se movimentam com idéias e planos no sentido de dotar
o público de máquinas e acesso à web.
Quando
o país atingir um número de usuários da rede compatível com sua
grandeza, certamente a arrecadação com publicidade passará a responder
por boa parte dos compromissos financeiros dos sites, hoje cobertos
por consideráveis investimentos ou com resultado das vendas que
proporcionam. Pensando nisso, o iBazar também não descarta cobrar
comissão dos negócios realizados por seu intermédio, como aliás
funciona o iG Flores, o iG Pizza e outros iGs.
Com
menos problemas financeirosl, começou a operar esta semana o ShopFácil,
do Bradesco, que como tudo o que é lançado pelo maior banco privado
do país chega ao mercado esbanjando perspectivas. Esbanja publicidade
e sugere uma receita resultante de negócios suficiente para um
planejamento a longo, muito longo prazo.
Artigos
anteriores:
08/11/00
Agências na web: vitrine ou obrigação?
01/11/00 Bureau, palavra proibida
26/10/00 O recall na internet
Confira
outros artigos dos colunistas:
Marcos
Troyjo - Segunda-feira
Aleksandar Mandic - Terça-feira
Marcio
Chleba - Quinta-feira
Paul Singer - Sexta-feira
|